20.7.10

Nos últimos tempos, a minha mãe tem-se queixado muito do estômago e dos intestinos, tendo-lhe sido diagnosticada - ainda que aos olhos dos médicos como algo normal para a idade - uma gastroenterite crónica (por enquanto foi só isto). Como é óbvio, as estes dois órgãos estão-lhes associados os diversos problemas que temos com rara frequência.

 

Agora a pergunta é: nos últimos tempos tenho tido umas irregularidades nos meus intestinos, ora estou presa ou parece que estou de diarreia. Terei mesmo dores ou estou simplesmente a ser solidária com a minha mãe?

 

Na quinta-feira vou à médica e talvez ela consiga dar-me a resposta... Mas que preocupa, preocupa!

link do postescrito por anid, às 20:06  opina à-vontade

1.4.10

... quando vamos a casa da nossa mãe, nunca sabemos fazer nada? Tipo: ontem fui almoçar a casa dela e estava a ajudá-la a fazer o almoço. Pergunta-me ela: a sertã está bem quente para colocares já o bife? Mas será que nem isso sei fazer...???

 

link do postescrito por anid, às 17:40  opina à-vontade

10.3.10

Não sei se já falei deste assunto no blog, mas quando estou com a minha mãe as nossas conversas são sempre interessantes.

 

Estavamos no supermercado nas compras:

- Há dias comprei uma garrafa de óleo 'xpto'. Estava em promoção...

- E precisavas de comprar? Tenho tanto óleo em casa, bastava pedires. Às vezes parece que nem estás desempregada, andas cheia de dinheiro.

 

Isto foi hoje. Outros dias, eu peço e ela responde:

- Só sabes pedinchar!

 

link do postescrito por anid, às 18:37  opina à-vontade

19.11.09

Há já uns dias que não estava com a minha mãe e como a vida prossegue, fazemos coisas, passam-se coisas connosco, que por vezes gostamos de partilhar.

Quando estive com ela, disse-lhe:

- Lembraste o ano passado quando fiz a Tarte Bom-Bocado e me calhou mal? No sábado passado fiz essa tarte e calhou-me muito bem. Levei-a para a casa da C., onde fomos jantar e...

Ela rapidamente interrompe-me:

- Só para aqui é que não trazes nada, não fazes nada...

 

Para a próxima não conto nada...

 

sinto-me:
link do postescrito por anid, às 12:49  opina à-vontade

3.5.09

Todos temos de ter um dia e as Mães acima de tudo merecem este destaque, por serem as pessoas que mais força têm em todos os momentos.

 

Não nos podemos, contudo, esquecer, que elas são-no a partir do momento em que descobrem que estão grávidas até ao resto das suas vidas.

 

É uma relação para toda a vida!

 

 

link do postescrito por anid, às 15:26  opina à-vontade

1.4.09

Segunda-feira foi um daqueles dias...

Pois, já há muito que não sabia o que era um dia tão atarefado. Ufa!

A manhã começou com uma ida ao tribunal e dar de caras com as fuças de um antigo patrão, que não soube (e parece não querer) cumprir as suas obrigações de empregador, ou seja, despediu-me - foi em comum acordo - e não me pagou os dois últimos meses que lá trabalhei, mais restantes direitos...

Depois de menos de quinze minutos em reunião com o juiz, decidi ir até a casa da minha velhota, que nos últimos dias - para não variar muito nas feições - está mais uma vez chateada comigo - começo a pensar que realmente sou eu que tenho que mudar... Fui visitar os meus canitos (o meu Pintas está cada vez pior... ) e ela não estava em casa. Alívio!

Bem, passado meia hora lá chegou da sua caminhada. Tensão. Muita tensão. Eu tentava aliviar a tensão, ela não fez muito esforço para isso. Depois de uma piada metida, sem resultados, explodi (que já é bem habitual...). Disse-lhe tudo o que estava engasgado dos dias anteriores (são coisas típicas de mãe-filha) e disse-lhe que ia embora. Reacção dela? Quase nula, a não ser que estava a preparar o almoço para nós as duas. Perguntou-me? Disse-me que queria que eu almoçasse com ela? Rrrrrrrrrrrrrrrrrr.... Depois de mais uns minutos em troca de palavras mais azedas, vim-me embora e fui até à paragem da camioneta para ir para minha casa. Passaram-se cinco minutos. Passaram-se dez minutos e eu ainda na paragem. Que desespero! O meu telemóvel toca. Qual não é a minha surpresa? A minha querida mãe, continuando com a sua disposição magnífica, agora acompanhada com um pouco de culpa. Exigi-lhe que pelo menos sorrisse para mim quando regressasse a casa dela. Sim, acabei por ir almoçar com ela e até nem correu mal.

 

Bem, depois disto, finalmente apanhei a camioneta até minha casa, fui até à net tentar descobrir qual era o autocarro para Lordelo, porque não percebo nada disto... Toca a apanhar o metro até à Boavista e depois apanhei o 200. Lá cheguei pontualíssima aos testes psicotécnicos para uma empresa de construções. Estive lá hora e meia entre exercícios estupidificantes e outros ligeiramente mais interessantes...

No fim, olhei o relógio. Estava em cima da hora para ir ao cabeleireiro. Dependia se o autocarro demorasse muito a vir ou não...

Cheguei em cima do acontecimento´, quase às sete horas, estando as duas senhoras a preparar-se para fechar o estabelecimento. Fiz a minha cara de menininha - que não é muito dificil - e elas fizeram um esforço para me atenderam. Até me secaram o cabelo ao mesmo tempo, uma de um lado e a outra do lado. Uma imagem surreal, mas fechei os olhos e imaginei que estava a receber uma mensagem que bem preciso, para sacudir a tensão de não fazer a ponta de um xaveco todos os dias e limitar-me simplesmente a ser dona-de-casa... Não era definitivamente este o meu sonho de vida...

 

Bem, depois lá apanhei o metro de volta a casa, passando aí pelo supermercado para fazer umas compras de última hora e depois ir fazer o jantar para o maridão, que estava a chegar de mais um dia de trabalho...

 

Ufa, foi bem cansativa esta segunda-feira!

 

link do postescrito por anid, às 11:46  opina à-vontade

26.3.09

Ainda há pouco mesmo, aconteceu-me o seguinte: a minha mãe ligou-me para me dizer que entre as 17h30 e as 18h vinha a minha casa e como tal quando estivesse a chegar dava-me um toque para o telemóvel, para o caso de eu não estar em casa.

Bem, até aqui não há problema.

 

Tocou à campainha e abri-lhe a porta principal do prédio. Resposta dela:

- Espera um pouco, vou ali ao carro do teu pai. Já subo (afinal venho acompanhada pelo meu maravilhoso pai...).

Passado mais de cinco minutos, toca outra vez e eu abri-lhe mais uma vez a porta.

Quando chegou cá em cima, em vez de tocar à campainha, bateu levemente na porta. Como é óbvio demorei um pouco para perceber se realmente eram eles.

- Parece que é preciso uma requisição para abrires a porta - sempre acompanhada pela sua excelente boa-disposição.

- Então, querias que deixasse a porta aberta enquanto demoravas a subir?

- Ah, não!

 

sinto-me:
link do postescrito por anid, às 18:16  opina à-vontade

23.3.09

Este fim-de-semana a minha prima da aldeia, mais o marido, mais os meus tios vieram à cidade!

Mas não correu tudo bem, pelo menos para os meus lados...

Fiquei excitadíssima por saber da visita e como tal telefonei por duas vezes à minha mãe durante a tarde se já sabia alguma coisa. Entretanto, a minha prima telefonou-me a dizer que não conseguia falar com os meus pais e blá, blá e eu perguntei-lhe se ela já estava a chegar e gozou-me a dizer que ainda nem sequer sabia se vinha... Começou aqui a primeira irritação.

 

 

sinto-me:
link do postescrito por anid, às 13:56  opina à-vontade

21.3.09

As poucas horas que passo com a minha mãe resultam sempre em coisas muito interessantes, como já tenho dito.

 

Estávamos a atravessar a passadeira e diz ela:

- Despacha-te.

- Porquê? - perguntei - O carro já está parado e já...

- És mesmo imperialista! Não sei a quem saíste!

 

Não entendi, mas tirou-me do sério!

 

sinto-me:
link do postescrito por anid, às 15:58  opina à-vontade

27.2.09

- Mãe, sabes que aquela novela da hora do almoço está acabar? O fulano sempre vai ficar...

- Também só sabes ver novelas! - respondeu-me.

- Não é verdade, vejo filmes e séries...

- É só porcarias.

- Não digas isso, mãe.

- Olha, sabes porque é que não deu ontem à noite a novela que eu costumo ver?

 

sinto-me:
link do postescrito por anid, às 17:00  cusquices (1) opina à-vontade


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